Quando escrevo isto, o Chelsea acaba de esmagar o Wigan por 4-0.
Não é que o resultado seja enganador, mas o Chelsea não fez um jogo fenomenal - longe disso. Mais que outra coisa, o Wigan não existiu e acabou por "oferecer" três dos quatro golos marcados pela equipa de Mourinho.
Bem analisadas as coisas, em duas épocas e meia do Chelsea de Mourinho, bem visto, não foram grandes os períodos de tempo em que o Chelsea jogou um grande futebol, mostrando (isso, sim) uma solidez defensiva absolutamente assustadora. Solidez defensiva que é, precisamente, o grande óbice do Chelsea, versão 2006/07. Os culpados imediatos chamam-se Petr Cech e John Terry.
As lesões destas duas "muralhas" não têm solução no plantel azul londrino. Nenhum dos restantes guarda-redes do Chelsea está sequer perto da qualidade de Cech - é confrangedor (mais ainda pela nacionalidade) ver Hilário na baliza dos blues.
No miolo da defesa, a coisa é também muito complicada. As coisas têm girado à volta do insubstituível Ricardo Carvalho, pondo depois ao seu lado, à vez, Boulahrouz, Paulo Ferreira ou Michael Essien. Nenhum deles é Terry, o central ou o capitão.
Onde tudo isto se nota é na anímica da equipa. Nos últimos 5 jogos anteriores ao de hoje, em três deles (Fulham, Reading e Wycombe) a equipa esteve a ganhar e deixou-se empatar. Mais gritante ainda é que, nos casos do Fulham e Reading, o Chelsea esteve a perder, deu a volta ao marcador e consentiu o empate nos últimos minutos. Dar a volta ao resultado é uma característica normal às equipas de Mourinho, que já vem, pelo menos, desde os tempos do F.C. Porto. Deixar-se empatar, em dois jogos seguidos e em casa, já é uma situação pouco natural.
Talvez por isso - e também pelo que vou vendo dos jogos do Man Utd -, seja fácil prever que este ano, o título da Premiership não voe para os lados de Stamford Bridge.
Não é que o resultado seja enganador, mas o Chelsea não fez um jogo fenomenal - longe disso. Mais que outra coisa, o Wigan não existiu e acabou por "oferecer" três dos quatro golos marcados pela equipa de Mourinho.
Bem analisadas as coisas, em duas épocas e meia do Chelsea de Mourinho, bem visto, não foram grandes os períodos de tempo em que o Chelsea jogou um grande futebol, mostrando (isso, sim) uma solidez defensiva absolutamente assustadora. Solidez defensiva que é, precisamente, o grande óbice do Chelsea, versão 2006/07. Os culpados imediatos chamam-se Petr Cech e John Terry.
As lesões destas duas "muralhas" não têm solução no plantel azul londrino. Nenhum dos restantes guarda-redes do Chelsea está sequer perto da qualidade de Cech - é confrangedor (mais ainda pela nacionalidade) ver Hilário na baliza dos blues.
No miolo da defesa, a coisa é também muito complicada. As coisas têm girado à volta do insubstituível Ricardo Carvalho, pondo depois ao seu lado, à vez, Boulahrouz, Paulo Ferreira ou Michael Essien. Nenhum deles é Terry, o central ou o capitão.
Onde tudo isto se nota é na anímica da equipa. Nos últimos 5 jogos anteriores ao de hoje, em três deles (Fulham, Reading e Wycombe) a equipa esteve a ganhar e deixou-se empatar. Mais gritante ainda é que, nos casos do Fulham e Reading, o Chelsea esteve a perder, deu a volta ao marcador e consentiu o empate nos últimos minutos. Dar a volta ao resultado é uma característica normal às equipas de Mourinho, que já vem, pelo menos, desde os tempos do F.C. Porto. Deixar-se empatar, em dois jogos seguidos e em casa, já é uma situação pouco natural.
Talvez por isso - e também pelo que vou vendo dos jogos do Man Utd -, seja fácil prever que este ano, o título da Premiership não voe para os lados de Stamford Bridge.
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